I just stopped to read her whole message. As I imagined I regret it.
She asked me Why.
I can't just say ''honestly, I also forgot Why''
I mean.... that was probably the only thing I really managed to forget. Every time I talk to people about almost anything slightly important she comes to my mind and I mention her to people like 'that best friend I don't talk to anymore'. Some of my friends already know her name.
I live in a house with a couple of friends in Campinas now. Sometimes when I'm there I just think of how awesome would it be if she could be here with me. And then I get sad.
But after all this time I don't think we would even manage to have a friendship. I changed into something I know she sort of hate. Only in futile details, I think. I mean... I've been wearing colorfully now. I'm listening to happy and meaningless music, not only heavy progressive rock. I hang out with some sexist friends who are kinda stupid, like, she would be too much cool for them. Also, she was that loner, liked to have just a few friends. I have a bunch of friends now. Some I live with. Some of my class. Some of my bar. 3 or 4 major groups of friends. I get along quite well with most of them. And she was always so jealous of people I fell in love with and of people I called close friends that she refused to become friends with them... although there's Ken, whom she's still friends with, I guess.
If I could bring her back to my life I'd want her to be friends with my friends. And I don't think that's even possible. I don't know.
Maybe I just don't know how to get things right after one full year apart.
I sometimes see myself wondering how is she doing with her live. Wonder if she's still with that boyfriend. With that band. With that dog. With those parents. I even consider asking some things to some of her friends I think she still talks to. But then I just give up.
I just don't have the guts to talk to her, to search her.
There is one thing she did that really hurt me. Nowadays I think I overreacted, I don't know.
I spent 3 and a half years away, out of town, I lost all friends from São Paulo. Then I finally get back. Back to town, we were in the same city again, what she claimed to be missing. - actually, she said I didn't travel for her as she traveled for me. And there was once I traveled for that guy I was in love with, not only for her. And then I end up not going to find him but whatever - and there was I, in a city I had only her, and she decided to be mad at me. To avoid me. Leaving me with poliedro and my depression. It was horrible. Awful. Painfull. I started walking around with people I didn't really like because otherwise I would just be literally alone.
I never got over that.
But now it doesn't seems to be reason enough. So I guess I just don't really now Why.
Miss you
Moron
sábado, 7 de fevereiro de 2015
domingo, 8 de junho de 2014
What am I fucking doing with my life?
I'm about to wake up my sweetie roomate with the typing.
it's fucking sevem a.m..
She's going to kill me, ... and I sort of hope she really does.
I don't have much to say. Of course, since I haven't being doing much with my life.
One day my name will be in dictionary to define Loser.
People have kids to take care of, people have moms with cancer, people work to pay their gas, people study to change the world, people go to africa, people go around everywhere even if it's just to do nothing.
And what do I do?
I come home from the bar at 3 a.m. and stay in bed doing absolutely nothing but breathing and coughing till six in the afternoon. Then I beg my roomie for a pizza and a bottle of soda causa I haven't eaten all day. And so I stay sit in bed, I whatch some episodes of some series on a stolen netflix account till 7 FUCKING A.M. ON THE FOLLOWING DAY.
... Ha, And I still hope to change the world.
Seriously, what is wrong with me? Are there pills to cure lazyness?
I'm sorry, buddys. I know it's for justice, for people rights but I fucking miss my classes.
It's the only shit I've done with my days that made me feel usefull.
I have laundry to do, I don't fucking have clothes left to wear... seriously, I'm using dirty ones.
fuck.... what's wrong with me?
I'ts just so sad to be writing this crap.
I've got like a hundred empty shits of marlboro on my bag and I wonder why I'm coughing.
I'm just a moron.
Time to start introducing myself like that.
With love,
Moron.
it's fucking sevem a.m..
She's going to kill me, ... and I sort of hope she really does.
I don't have much to say. Of course, since I haven't being doing much with my life.
One day my name will be in dictionary to define Loser.
People have kids to take care of, people have moms with cancer, people work to pay their gas, people study to change the world, people go to africa, people go around everywhere even if it's just to do nothing.
And what do I do?
I come home from the bar at 3 a.m. and stay in bed doing absolutely nothing but breathing and coughing till six in the afternoon. Then I beg my roomie for a pizza and a bottle of soda causa I haven't eaten all day. And so I stay sit in bed, I whatch some episodes of some series on a stolen netflix account till 7 FUCKING A.M. ON THE FOLLOWING DAY.
... Ha, And I still hope to change the world.
Seriously, what is wrong with me? Are there pills to cure lazyness?
I'm sorry, buddys. I know it's for justice, for people rights but I fucking miss my classes.
It's the only shit I've done with my days that made me feel usefull.
I have laundry to do, I don't fucking have clothes left to wear... seriously, I'm using dirty ones.
fuck.... what's wrong with me?
I'ts just so sad to be writing this crap.
I've got like a hundred empty shits of marlboro on my bag and I wonder why I'm coughing.
I'm just a moron.
Time to start introducing myself like that.
With love,
Moron.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Utopia
> Hoje me deu necessidade de dissertar sobre a utopia.
Provavelmente já fiz isso antes, aqui no blog mesmo talvez, anyway, vai de novo. Whatever. <
Iniciando a questão com a teoria da equação de Clapeyron, aquela super útil que só funciona com gases que não existem, os gases Ideais.
A ciência que a gente chama de exata tomou a liberdade de se dar o poder de inventar certezas impossíveis e decidem estudar as coisas em planos inexistentes com as condições ''ideais''. Ideais estas pra que os estudos da ciência ''Exata'' funcione como se quer.
Isto é, ideal que estas sejam as circunstâncias [inexistentes no plano real] pra que a lógica deles faça algum sentido. E a partir dessa ''lógica'' dá-se a esta ciência confusa o título de Exata.
Claro, bem exata quando desprezadas todas as condições reais da natureza e consideradas apenas as condições baseadas restritamente na ciência matemática - ciência esta que foi totalmente produzida pelo humano - a única que realmente funciona completamente em si mesma.
A questão é que esse uso que a ciência exata fez do termo Ideal quebrou, no meio social, a noção essencial do que é efetivamente algo Ideal. Ideal é, efetivamente, aquilo que deveria ser. Ou seja é algo a se buscar, almejar, procurar. Quando se diz que uma coisa é Ideal não quer dizer simplesmente que ela não existe - muito menos que é impossível - mas também que deveria existir, pode até ser necessária.
Uma utopia é basicamente um sistema de convivência social Ideal. Não é um mundo mágico impossível, não é uma coisa inatingível, não é um sonho pra ficar meramente no campo das ideias. É um Ideal a ser almejado, e o objetivo pelo qual se deve trabalhar para atingir.
O uso do termo ''utópico'' como sinônimo de inexistente, impossível, ou impraticável me soa definitivamente errôneo. Me incomoda profundamente, eu como sonhadora não me importaria de ser chamada de utópica se as pessoas não atribuíssem á palavra tal conotação pejorativa.
Eu sou mesmo utópica, não apenas porque sonho com um mundo que ainda não existe, mas porque acredito na possibilidade, ainda que remota, de que algum dia ele exista, e tento lutar por isso.
Provavelmente já fiz isso antes, aqui no blog mesmo talvez, anyway, vai de novo. Whatever. <
Iniciando a questão com a teoria da equação de Clapeyron, aquela super útil que só funciona com gases que não existem, os gases Ideais.
A ciência que a gente chama de exata tomou a liberdade de se dar o poder de inventar certezas impossíveis e decidem estudar as coisas em planos inexistentes com as condições ''ideais''. Ideais estas pra que os estudos da ciência ''Exata'' funcione como se quer.
Isto é, ideal que estas sejam as circunstâncias [inexistentes no plano real] pra que a lógica deles faça algum sentido. E a partir dessa ''lógica'' dá-se a esta ciência confusa o título de Exata.
Claro, bem exata quando desprezadas todas as condições reais da natureza e consideradas apenas as condições baseadas restritamente na ciência matemática - ciência esta que foi totalmente produzida pelo humano - a única que realmente funciona completamente em si mesma.
A questão é que esse uso que a ciência exata fez do termo Ideal quebrou, no meio social, a noção essencial do que é efetivamente algo Ideal. Ideal é, efetivamente, aquilo que deveria ser. Ou seja é algo a se buscar, almejar, procurar. Quando se diz que uma coisa é Ideal não quer dizer simplesmente que ela não existe - muito menos que é impossível - mas também que deveria existir, pode até ser necessária.
Uma utopia é basicamente um sistema de convivência social Ideal. Não é um mundo mágico impossível, não é uma coisa inatingível, não é um sonho pra ficar meramente no campo das ideias. É um Ideal a ser almejado, e o objetivo pelo qual se deve trabalhar para atingir.
O uso do termo ''utópico'' como sinônimo de inexistente, impossível, ou impraticável me soa definitivamente errôneo. Me incomoda profundamente, eu como sonhadora não me importaria de ser chamada de utópica se as pessoas não atribuíssem á palavra tal conotação pejorativa.
Eu sou mesmo utópica, não apenas porque sonho com um mundo que ainda não existe, mas porque acredito na possibilidade, ainda que remota, de que algum dia ele exista, e tento lutar por isso.
Ainda não sei se o certo é Saudade ou Saudades
Eu acho relativamente engraçado como ás vezes sinto saudades de alguns eventos passados da minha vida, engraçado porque me parece bem aleatório esse jeito como a saudade me bate do nada, agora a pouco senti uma falta muito grande de estar em Paris, naquele hotel no qual passei uma semana com meus pai e maninho, foi uma viagenzinha miúda, bem curta, restrita, mas me contaminou profundamente.
Tem alguns odores e algumas músicas que me fazem lembrar da viagem logo de cara, mas as vezes ela brota bem do nada mesmo, ou talvez tenha alguma referência que eu simplesmente não percebo, sei lá.
Acho que foi no hard rock paris que eu conheci Offspring e System of a down... pelo menos um dos dois.
Enfim, saudade não é um sentimento muito agradável, na verdade eu acho completamente desagradável. Principalmente quando tou sentindo saudades de pessoas com as quais não falo mais, quando sinto falta do abraço delas ou dos perfumes delas, dói o coração bem forte, não é legal.
Mas considerando que eu acho que todo sentimento assim natural tem alguma funcionalidade, eu suponho que a saudade tenha alguma utilidade nas relações humanos, acontece que eu não tenho a menor ideia de algo para o qual a saudade seja útil, nem uma única suspeita...
Talvez eu tenha realmente descoberto um sentimento deveras humano, quero dizer, sem nenhuma funcionalidade biológica. Pra mim isso é uma grande revelação, entende? Uma vez que eu veja o ser humano como somente mais um animal - sem nenhuma intenção de diminuir os outros animais - notar um sentimento natural que não tem função para sobrevivência acaba por me ajudar a acreditar na necessidade do humano de Viver além de sobreviver.
Não sei até onde eu já acreditava ou duvidava disso.
[dois comentários: 1- devo estar mesmo resfriada aqui porque ja lotei uma das estantes do meu pai de papel higiênico amassado; 2- eu comecei a digitar essa coisa aqui só porque decidi testar minha capacidade de me adaptar a esse teclado minusculo do meu pai.]
Bom, pra mim as saudades me trazem muita dor, as vezes me vem alguns sentimentos felizes junto, mas normalmente são porque me vem memórias felizes, engraçadas, concluídas, sei la. O fato é que aquilo que eu chamo efetivamente de saudades vem sempre atrelada a dor.
E essa minha dor que brota quando sinto saudades de amizades e de lugares, eu atribuo a minha capacidade de infecioná-los, ambos lugares e amizades, com o meu amor. Aquilo e aqueles que amo e amei e me estão, num dado momento, distantes quando surgem nos meus pensamentos acabam por me fazer sentir uma dorzinha que pode ser pontiaguda, bem como agulha fina, mas pesada e dolorida. É a esta dorizinha, que diminuta não tem nada, que eu dou o nome de Saudades.
Acredito que essa é uma boa definição pro tal sentimento, mas esta é apenas a minha, é claro. Não posso considerar como se fosse a de todos. Cada um é cada um, certo?
Enfim, é isso, vou parar de tagarelar aqui, mas queria deixar registrado que tive amziades em são josé dos campos, e uma em são paulo também, que ás vezes me vem á me memória e me lembram do quão doloroso foi seu fim. Eu queria acreditar que verdadeiras amizades nunca terminam, mas não consigo, é por essa dor da saudade, que eu atribuo ao amor, que eu acredito que valida a veracidade da tal amizade, e mesmo assim elas chegaram á um fim.
Concluo que mesmo amizades verdadeiras acabam.
Ou será que não?
Tem alguns odores e algumas músicas que me fazem lembrar da viagem logo de cara, mas as vezes ela brota bem do nada mesmo, ou talvez tenha alguma referência que eu simplesmente não percebo, sei lá.
Acho que foi no hard rock paris que eu conheci Offspring e System of a down... pelo menos um dos dois.
Enfim, saudade não é um sentimento muito agradável, na verdade eu acho completamente desagradável. Principalmente quando tou sentindo saudades de pessoas com as quais não falo mais, quando sinto falta do abraço delas ou dos perfumes delas, dói o coração bem forte, não é legal.
Mas considerando que eu acho que todo sentimento assim natural tem alguma funcionalidade, eu suponho que a saudade tenha alguma utilidade nas relações humanos, acontece que eu não tenho a menor ideia de algo para o qual a saudade seja útil, nem uma única suspeita...
Talvez eu tenha realmente descoberto um sentimento deveras humano, quero dizer, sem nenhuma funcionalidade biológica. Pra mim isso é uma grande revelação, entende? Uma vez que eu veja o ser humano como somente mais um animal - sem nenhuma intenção de diminuir os outros animais - notar um sentimento natural que não tem função para sobrevivência acaba por me ajudar a acreditar na necessidade do humano de Viver além de sobreviver.
Não sei até onde eu já acreditava ou duvidava disso.
[dois comentários: 1- devo estar mesmo resfriada aqui porque ja lotei uma das estantes do meu pai de papel higiênico amassado; 2- eu comecei a digitar essa coisa aqui só porque decidi testar minha capacidade de me adaptar a esse teclado minusculo do meu pai.]
Bom, pra mim as saudades me trazem muita dor, as vezes me vem alguns sentimentos felizes junto, mas normalmente são porque me vem memórias felizes, engraçadas, concluídas, sei la. O fato é que aquilo que eu chamo efetivamente de saudades vem sempre atrelada a dor.
E essa minha dor que brota quando sinto saudades de amizades e de lugares, eu atribuo a minha capacidade de infecioná-los, ambos lugares e amizades, com o meu amor. Aquilo e aqueles que amo e amei e me estão, num dado momento, distantes quando surgem nos meus pensamentos acabam por me fazer sentir uma dorzinha que pode ser pontiaguda, bem como agulha fina, mas pesada e dolorida. É a esta dorizinha, que diminuta não tem nada, que eu dou o nome de Saudades.
Acredito que essa é uma boa definição pro tal sentimento, mas esta é apenas a minha, é claro. Não posso considerar como se fosse a de todos. Cada um é cada um, certo?
Enfim, é isso, vou parar de tagarelar aqui, mas queria deixar registrado que tive amziades em são josé dos campos, e uma em são paulo também, que ás vezes me vem á me memória e me lembram do quão doloroso foi seu fim. Eu queria acreditar que verdadeiras amizades nunca terminam, mas não consigo, é por essa dor da saudade, que eu atribuo ao amor, que eu acredito que valida a veracidade da tal amizade, e mesmo assim elas chegaram á um fim.
Concluo que mesmo amizades verdadeiras acabam.
Ou será que não?
sábado, 22 de março de 2014
Temida Inteligência
Eu acredito ser natural que a Inteligência seja de fato a mais temida. Nesse mundo caótico onde tudo tá errado, onde as pessoas não vivem pela vida, onde as pessoas não sabem como lidar com o mundo e como aproveitar o dia, onde as pessoas vivem presas a padrões e confortos simples e insignificantes, se alojam em cantos em que a realidade não os perturbe. Natural que a Inteligência, a única realmente capaz de por em risco a zona de conforto, seja a primeira a ser temida.
No entanto deveria ser natural também que ela fosse a primeira a receber uma chance. A Inteligência é a solução do mundo e os que insistem em simplesmente temê-la são aqueles que deixam que a zona de conforto satisfaçam suas vidas.
Dr. Manhattan e Ozymandias são de inteligências exacerbada e anormal, respectivamente. Temíveis mas plausíveis. Jon e Adrian são personagens admirados com fervor por mim. Watchmen é genial.
{ https://www.youtube.com/watch?v=JTTC_fD598A&hd=1 }
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Sou chata mesmo
Tenho notado algo no meu comportamento ultimamente.
Quero dizer, eu ja sabia que acontecia mas percebi que as pessoas interpretam erroneamente e eu ainda as levo a tanto.
Faz algo como 7 meses que eu não moro na mesma cidade que a maioria dos meus amigos. Eu sinto saudades. Mas acabo por sentir mais que saudades.
Nessa São Paulo que me cerca não me restou mais nada. Eu não podia me sentir mais sozinha. E falo de uma solidão inexplicável. Se qualquer um vier dizer que me entende, eu sei que não é verdade pelo simples fato de ter falado tal coisa. Se soubessem o que é Solidão não teriam a cara-de-pau de dizer algo do tipo. Solidão é uma coisa. Daquelas coisas das quais a gente esquece o nome e então as chama só de Coisa. Não é do tipo que se define com palavras. É do tipo que se sente. Uma pessoa que sabe o que é ficar sozinha, frente à Solidão do outro, saberá que nada que ela disser fará com que este outro sinta-se melhor. Só a Companhia; a Atenção, lhe bastam.
Eu sofri e sofro com a tal coisa a mais ou menos um ano. Intermitentemente. Mas com certa constância desde que me mudei. E as redes sociais me possibilitam algo que não deve ser muito comum. Amigos publicam seus eventos e contam histórias e eu acabo ficando sabendo de tudo que eu perdi, de tudo que eu não participei, de tudo que eu não participarei, de todos os lugares e horários em que eu queria estar presente. E isso me dói. Eu sinto ciúmes. Sinto inveja. Não só saudades. Saudades a gente sente por uma ou duas pessoas. Quando se está só, as saudades de todas as pessoas se torna uma doença.
E ninguém compreende ou da valor a isso. Acho que eu me senti como numa fila ao SUS esperando ad infinitum pra ser atendida no Hospital Friendship. Ninguém realmente se importa ou acredita que você realmente está mal. Que você precisa ser socorrido com urgência.
Aí eu me tornei mesquinha, fresca. "Vá falar disso longe de mim", "Não quero saber das festas felizes que você foi", "Combinem isso em outra hora".
Se eu não fosse participar, não queria ouvir, não queria ver. Acho que ainda não quero. É, ainda não quero.
E então eu digo:
- Pois é, eu sou chata assim mesmo.
Virei uma pessoa chata. Essa é uma interpretação plausível. E eu ainda jogo a bola pra ela.
Mas talvez eu só tenha me tornado uma pessoa ciumenta. Não que seja pouco, ou menos pior, porque eu abomino o ciúme profundamente. Mas não se trata de ser chata. Eu sinto inveja. Pode ser um pecado, mas eu acredito que a natureza do humano é pecaminosa mesmo.
Não quero sentir ciúmes, não quero sentir inveja. Eu gosto é de ficar feliz pela felicidade alheia. Então bloqueio publicações de amigos. Evito falar com pessoas. Pra não deixar que tais emoções venham a tona.
Claro que tenho muitas provas de que sou realmente chata. E sou do tipo que acredita no que se pode provar.
Então...
BHK2014
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